Retiro de Yoga no Zen Vouga

RETIRO DE YOGA – 31 de maio a 2 de junho 2019

Yoga é união corpo, mente e espírito. É um caminho de autoconhecimento. É consciência, transformação da consciência humana em consciência divina.

Um retiro de yoga é o teu momento, para aprofundares a tua aprendizagem e busca. É um refrescar e energizar, um cuidar de ti e do outro. É um reforço à união que nós somos.

Permite-te ir mais além, ir ao teu encontro.

https://www.facebook.com/events/2123688524607830/

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Spiritual Activism practice weekend

This Master Class is for those who are engaged in working towards socio-political, economic and ecological change. It is for connected and wide awake people who can carry themselves into action. If you feel called, please join us @ Zen Vouga:

https://www.oneloveonestepwalking.com/spiritual-activism

Zen Vouga @ Fairbnb

I’m delighted and very grateful to have been showcased in The Huffington Post for being one of the founding members of Fairbnb, the new social enterprise for the accommodation sector that gives half of its profit to local projects chosen by the community:
https://www.huffingtonpost.com/entry/airbnb-affordable-housing-gentrification-tourism-fairbnb_us_5c5949c3e4b00187b554828d?guccounter=1&fbclid=IwAR1DFC_qTEL1EE5EIOnVBl2k-uMNGhVLvLBaPhsh_X7eQPxHFjiR17JT47M

Bayer, Monsanto e Glifosato

Alguns estudos sobre os efeitos do glifosato na saúde:
http://www.mdpi.com/1099-4300/15/4/1416
http://ojs.c3sl.ufpr.br/pesticidas/article/view/34998
http://mbio.asm.org/content/6/2/e00009-15.full.pdf+html (ver em especial o primeiro parágrafo de
“DISCUSSION” – aumento da resistência de bactérias aos antibióticos, mas não apenas pelo glifosato)
http://pubs.acs.org/doi/full/10.1021/tx800218n (para ver o artigo completo é necessária assinatura)
http://www.i-sis.org.uk/glyphosateCausesBirthDefects.php
http://www.mdpi.com/1660-4601/11/2/2125
– Notícias relevantes:
http://www.nationofchange.org/sri-lanka-first-country-ban…
kidney-disease-1395328199
*http://revistagloborural.globo.com/…/mpf-reforca-pedido…
glifosato.html
http://www.gmwatch.org/…/16084-argentina-30-000-doctors
health-professionals-demand-ban-on-glyphosate
https://www.publico.pt/…/ele-fotografou-um-genocidio…
* https://news.yahoo.com/u-lawsuits-build-against-monsanto-over-alleged-roundup-183546290–finance.html?guccounter=1
https://www.dailymotion.com/video/x2kl901 (Programa Tota a verdade, da SIC)

* Aqui está uma publicação que detalha bastante bem a questão: https://transicao_ou_disrupcao.blogs.sapo.pt/glifosato-a-saga-do-pernicioso-22339
* Aqui se pode ver que até o bastonário da ordem dos médicos Portuguesa se manifestou contra a utilização do glifosato: https://www.stopogm.net/sites/stopogm.net/upload/abc/OMGlifosato2015.pdf
* O Mundo segundo a Monsanto (documentário que destroça a empresa e o glifosato, mas que a empresa não conseguiu processar a autora, apesar de ter contratado um grande gabinete de advogados durante um ano): https://www.youtube.com/watch?v=NmaoUEO-bc0
* Muitos relatórios de uma rede Europeia para banir ou limitar fortemente o uso de pesticidas: https://www.pan-europe.info/resources/reports
* Controlando a cadeia de alimentação: https://www.youtube.com/watch?v=mu3E-6tI66I
* Exposição a glifosato ligada à doença de Parkinson: https://www.mdpi.com/1660-4601/15/12/2885/htm
* Busca em gmwatch.org por glyphosate: https://www.gmwatch.org/en/search?searchword=glyphosate
* Domínio na cadeia alimentar pelos gigantes da agro-indústria: https://www.naturalnews.com/033148_seed_companies
* Lista de referências dos efeitos na saúde do glifosato: https://responsibletechnology.org/list-of-references-on-the-health-effects-of-glyphosate/
* Busca no site da Responsaible Technology sobre glifosato: https://responsibletechnology.org/?s=glyphosate
* Glifosato considerado como um agente conhecido que causa cancro no Estado da Califórnia: https://oehha.ca.gov/proposition-65/crnr/glyphosate-listed-effective-july-7-2017-known-state-california-cause-cancer
* “Glyphosate” e “cancer” traz 19.700 publicações no Google scholar, e assumo desde já que nem sequer a maioria serão pagos pela indústria para dizer que não são cancerígenos, como os textos que foram usados para aprovar o Glifosato nos EUA e na Europa, que depois se veio a saber que foram copy-paste directo dos textos da Monsanto. how convenient…

A vida é um Milagre !!!

Hoje estou muito feliz! Para além de festejar 14 anos de nova vida, está a ser uma chuva de boas notícias, um chuveirinho bão 😉
 
* O furo de petróleo previsto para 15 de Setembro em Aljezur foi suspenso (https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/energia/detalhe/-tribunal-suspende-licenca-para-furo-de-prospeccao-ao-largo-de-aljezur). Não foi cancelado, mas foi suspenso pelo tribunal, o que já é um passo bastante positivo. É triste que todos os nossos políticos deixassem a coisa passar e Portugal ser um fóssil total, mas ao menos a justiça ainda funciona, pelo menos de vez em quando e neste caso. Agora é continuar, até ao fim de toda e qualquer atividade de prospeção e exploração de petróleo, seguido da paragem e desmantelamento de todas as grandes barragens e hidroelétricas.

* A Monsanto foi condenada a pagar 289 Milhões de USD a Dewayne Johnson (https://ionline.sapo.pt/622252), um jardineiro que ficou com cancro devido a ter sido pulverizado acidentalmente com Roundup, o herbicida mais vendido no mundo inteiro. Viva o princípio do fim dos agrotóxicos e da guerra à Natureza!

* Recebi hoje o meu Fairphone 2 de volta! Depois de vários problemas, avarias e módulos que não funcionavam, estou muito feliz porque me arranjaram o telefone sem pagar um cêntimo, e isto apesar da garantia supostamente já ter terminado. Devem ter ficado sensibilizados pelos meus repetidos emails e diatribes com este telefone.
Volto hoje portanto a ser um feliz e orgulhoso utilizador de um Fairphone (https://www.fairphone.com/en/), um passo significativo para uma indústria mais equitável e respeitadora de pessoas e planeta.
 
É fantástico, depois de quase ir desta para muito melhor numa 6ª feira 13 de Agosto em 2004 em Luanda, Angola, quando trabalhava para a Total E&P Angola, de ter voltado a trabalhar em petróleos numa 2ª feira dia 13 de Agosto 2007 em Londres, de ter voltado a  Luanda de 11 a 15 de Agosto de 2014 e ao sítio de onde caí na quarta-feira dia 13 de Agosto de 2014, onde fui para supervisionar a parte social de um Estudo de Impacto Ambiental e Social para um projecto do Banco Mundial, para dar água potável a  milhões de pessoas em Luanda, tenho hoje segunda-feira dia 13 de Agosto de 2018 o prazer de estar a dar estas excelentes notícias a partir de Ribeiradio, onde estou a lançar o Zen Vouga, projeto com o património da família, a recuperar a tradição na inovação, a fazer a diferença pela positiva. Parece que ainda há muito trabalhinho a fazer por aqui, com muita felicidade e sentido de humor, sinto que há muita coisa boa para acontecer ❤

Paz, alegria, felicidade, equanimidade e evolução!

Que ciência queremos?

Refuto muita da “ciência” que é feita em Portugal sobre incêndios e a floresta.

O método científico mais corrente e comum das ciências naturais (tão acríticamente defendido por alguns cientistas) deve ser revisto e ampliado, e há cada vez mais cientistas a afirmá-lo. Presta ao uso da ciência para fins menos éticos, parte de uma hipótese, tenta prová-la e tem uma tendência enorme a colocar de lado tudo o que não é conforme à tese inicial. Está a ser açambarcada por interesses económicos e deixou de servir a Humanidade e a Vida na Terra. Não conseguimos viver sem a Natureza, nem estamos à parte dela, fazemos parte intrínseca dela. Não estou a defender a Natureza, sou sim a própria Natureza a defender-se.

Também declaro o evidente: não sou anti-ciência, muito antes pelo contrário.
Considero sim que bastante da ciência que hoje em dia se faz está cada vez mais desligada dos interesses da Humanidade, de tudo e de todos. Antes achava que tudo o que não tinha explicação científica não existia, não era real. Hoje considero o mesmo, parece-me evidente é que há muitas coisas que existem, são reais mas que a nossa ciência ainda não chegou lá, ainda não as estuda e integra no conhecimento académico da Humanidade e que devemos melhorar significativamente as nossas formas de fazer ciência para podermos entender, prever e conviver com o que existe mas não é passível de explicação por nenhum dos métodos científicos atuais (indutivo, dedutivo, hipotético-dedutivo, dialético, fenomenológico, etc).

A nossa sociedade baseada no ego não nos permite ver para além da ilusão de uma ciência e economia limitadas. O método científico atual das ciências biológicas é baseado em assunções, premissas, teses ou tentanto provar uma tese através de repetibilidade de um fenómeno nas mesmas circunstâncias (como se o mundo não estivesse em permanente mutação e evolução. Como Buddha declarou, a impermanência de todas as coisas é a primeira verdade nobre, universal, e vivemos num planeta que se mover no sistema solar, que viaja a grande velocidade através da galáxia, que está em incrível expansão, a velocidade da luz não é uma constante, e por aí adiante, o rol de simplificações e reduções para efeitos de avanço e cálculo científico é muito extenso), descartando tudo o que que não for conforme à sua tese ou ideia inicial. Muitas das maiores descobertas e avanços científicos da Humanidade foram feitos “por acaso” (da penicilina à gravidade, passando pelo microondas, o Raio-X, o Velcro ou o Pacemaker, a lista é enorme. Até há quem defenda que de 30 a 50% de TODAS as descobertas científicas têm o acaso ou a sorte envolvidos: https://en.wikipedia.org/…/Role_of_chance_in_scientific_dis…). Isto deveria e pode dar-nos uma pista de que algo está errado ou, certamente e pelo menos, gravemente incompleto, com os nossos modelos e mundividência científica.

A dominação de muitos aspectos da Vida na Terra pelo “mercado” e por Corporações Multinacionais (MNCs) que pagam, directa ou indirectamente a maior parte da investigação científica produzida no planeta Terra, tornou-se num verdadeiro oligopólio criminoso, em que as cinco mega-editoras que já publicam mais de metade de todas as publicações científicas façam com que os cientistas realizem o peer-review de borla e os Estados paguem a investigação, vendendo depois tudo de volta à precedência (http://journals.plos.org/plosone/article…) e faz com que os jornais académicos e científicos sejam a cada dia menos úteis para a Humanidade (https://www.theguardian.com/…/profitable-business-scientifi…).

Até já foi demonstrado cabalmente terem um claro pendente pro-lóbi dos OGM (http://www.sgr.org.uk/…/open-letter-pro-gm-bias-academic-jo…).

Em Portugal não há estudos sobre isto, mas a avaliar pelas posições académicas em vários fóruns online, até aposto que um estudo destes sobre a floresta nacional iria dar o mesmo resultado para o eucalipto e o pinheiro-bravo. Quando em dúvida, muitas vezes ainda basta seguir a trilha do dinheiro…

É claro que nem todos os cientistas são vendidos, nem sequer a maioria. É evidente que muitos dos que o aparentam ser nem sequer têm consciência de o ser, a auto-censura é algo de muito comum: “não se morde a mão que alimenta, os cães raivosos são abatidos” e o que aconteceu com o Arpad Pusztai, o Pusztai Affair (https://en.wikipedia.org/wiki/Pusztai_affair e https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1115659/, entre muitos outros links possíveis) fez correr muita tinta pelo mundo inteiro e os académicos sabem disso e fazem muita auto-censura, na maior parte das ocasiões acredito que inconscientemente.

O método científico actual cria um desastre na maior parte dos indivíduos e desde muito novos, gerando frustação e desconexão, desinteresse geral e promovendo o sexismo na ciência: https://www.huffingtonpost.com/…/the-scientific-method-an_b…

Aqui está uma tentativa de definir dez dos mitos atuais da ciência e o que fazer com eles, uma “reforma fundamental na maneira como educamos os nossos alunos”: http://www.nas.edu/rise/backg2a.htm

O Rupert Sheldrake defende que a ciência se tornou baseada em dogmas de materialismo fiolsófico, que a mente não está confinada ao cérebro, o conceito de ressonância mórfica e que existe um “sacerdotismo académico” com uma “mentalidade autoritária”, que impede o reconhecimento das medicinas alternativas e fenómenos parapsíquicos (https://en.wikipedia.org/wiki/Rupert_Sheldrake#The_Science_Delusion)

E aqui está uma análise muito extensiva e revista por pares de porque é que o próprio método de revisão por pares (o coração de toda a ciência contemporânea) é falho, escrito por um actor maior do sistema, o antigo CEO do British Medical Journal Group (BMJ) durante 13 anos. Nele, entre outras coisas fascinantes, Richard Smith revela que a maior parte das revisões por pares são “parece-me bem”, ao invés de escrutinar o paper, verificar todas as referências, refazer análises e fazer sugestões detalhadas de melhoria, sendo estas revisões por pares raríssíssimas:
http://journals.sagepub.com/…/abs/10.1177/014107680609900414

Este é um artigo fundamental sobre a piada que se tornou a investigação académica, contado por vários dos maiores editores (inclui uma piada do Robbie Fox, o lendário editor do The Lancet, que se questionava se trocasse as pilhas e publicasse os papers da pilha rejeitado, se alguém repararia).

Entretanto, e porque a políica é de todos, ao contrário da ciência, em que uns querem fazer crer que detêm o monopólio do saber e da razão, o meu apelo é que voltemos ao que interessa, a defendermos uma paisagem biodiversa e integradora, bem como o nosso presente e o bem estar das gerações futuras. Façamos como aqueles selvagens que domesticámos e extinguimos, os Hopi, que quando tomavam uma decisão reuniam-se à volta do fogo sagrado e viam se essa decisão iria ser benéfica em todas as gerações até à 7ª geração. Se não fosse, não a tomavam 

Será que evoluímos mesmo? É este o melhor mundo que sabemos ser possível?

PS: Não acreditem no que digo, não se fiquem pelas minhas palavras, investiguem antes as ligações que aqui coloco, pois elas são irrefutáveis e muito esclarecedoras.